Política ambiental ou biologia política?

Durante o lançamento da Plataforma Ambiental da Fundação SOS Mata Atlântica em Porto Alegre (RS), conversei rapidamente com uma amiga ambientalista que não encontrava há anos sobre o radicalismo. Alguns setores do movimento ecológico ainda acham que é possível construir um desenvolvimento sustentável sem conversar com as grandes empresas, líderes ruralistas e políticos não engajados à causa. Ao invés de política ambiental, praticam uma biologia política, observou minha amiga com um tom de desilusão na voz. Gostei do conceito de biologia política. Preservar e conservar sem concessão. É o oposto de explorar sem limites a natureza. A sustentabilidade, a meu ver, está entre estes dois extremos. Menos radicalismo e pré-conceitos, e mais diálogo e pós-conceitos. De ambos os lados. É assim que atua a Fundação SOS Mata Atlântica. Por isso é uma referência mundial.

Um comentário em “Política ambiental ou biologia política?”

  1. Tem coisas que a gente só aprende quando se dá conta de que um palavra em falso colocará tudo a perder, até mesmo a vida. Daí a gente descobre que o diálogo é o melhor caminho e que, para dialogar, é preciso, pelo menos, compreender o ponto de vista do outro. Bom te ver na ativa virtual. Bjs.

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